segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Adorável Anne Frank
Sinceramente, não é para falar dela que escrevo. Bom é, mas não vou rasgar muita seda. Comecei o seu diário hoje, e sinceramente já me encantei com o quanto ela é fascinante.
Ok sem seda destruída.
O que me chamou a atenção foi notar o quanto ela é parecida com a Lisel Meninger, ambas viveram sua adolescência sob o bigode de Hitler, amavam ler,não conheciam ninguém com quem desabafar, e escreveram auto biografias muito cedo e no mesmo período de vida, também tiveram que parar no mesmo período por motivos muito fortes.
Sem contar nas narrativas desbocadas... Apesar da historia da Anne não ser contada pela morte, o modo desbocado de narração também se mostra presente, ainda encantador.
Sim elas são diferentes. Uma é alemã, mas levava a vida de maneira tão humilde que poderia ser comparada a uma judia. A outra era rica, mas judia, o que tornava o seu dinheiro tão útil quanto cachecol em uma tarde de sol ardente, na praia.
Ok, to forçando, mas leiam os livros, se apaixonem pelas narradoras, personagens e historias e veram o que digo.
Talvez quem não ler isso não saiba de que livros vos escrevo então
"O diário de Anne Frank" e "A menina que roubava livros".
Talvez alguem tambem tenha notado a semelhança;
Talvez alguem discorde.
Tô nem ai.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
A nossa programação
Simples: fomos programados para isso.
Talvez voce pense: Não fui programado pra nada, não sou uma maquina. Correto ao mesmo tampo que errado. Voce não é uma maquina, tem o poder de mudar tudo a qualquer momento, no entanto - mesmo podendo negar - esta reagindo a tudo a qual foi exposto quando criança. Ate mesmo suas decisões revoltosas são previsíveis. Por que foi programada a elas.
Quando crianças aprendemos que devemos lutar, gritar, e dizermos o que pensamos. Não abaixar a cabeça. Ouvimos que devíamos priorizar a vontade própria, não aceitar as vontade dos pais nem de ninguém, que o holocausto foi horrível, tiranos deveriam ser vencidos a qualquer custo, todos tinham voz, so com luta se conseguem respeito...Entre varias outras regras a qual crescemos expostos.
Ouvíamos calados, apenas sonhando com o que podíamos fazer com tudo que tínhamos pela frente. No entanto uma frase que tanto marcou foi "não viva de expectativas do futuro e sim do presente", isso nos fez ver o que "realmente" importava. Nos divertir de forma mais saliente, afinal também aprendemos que "a carne é fraca".
Agora estamos ai, não revolucionamos a política, é complicada de mais para nossas pobres mente jovens, os herois do passado tinham poderes e características unicas, não defendemos...
A todos aqueles que não estão lendo isso:
Não consigo terminar. Também acho que mesmo que talvez estando profundamente errada, minha opinião deve se tornar mais um grito mudo.
Vou publica-lo.
Talvez um dia encontre as palavras que levam ao fim.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Adoraveis erros
A primeira vez que andou de bicicleta e não sabia direito, acabou caindo de cara no chão, entrar no banheiro errado, confundir alguém, postas que custaram caro... As possibilidades para erros são infinitas, mas sua maior característica é a imprevisibilidade. Ninguém planeia um erro. Quando se sabe que algo vai sair do controle e não se faz nada isso se chama homição. Diferente do erro a homição raramente traz boas lembranças geralmente elas são cercadas de remorço, tudo por ter errado ao não evitar o que podia ser "salvo".
Algumas pessoas dariam tudo para esquecer erros ou resultados deles, não sabem que tudo isso: a porta errada em que se bate, a palavra inadequada, a perna ou coração quebrado... Essas coisas, fazem parte da vida. Querer esquecer esses pequenos momentos constrangedores não passa de imaturidade. Sabe, como aquela criança que insiste em dizer que o gato morreu por acidente, negando a verdade acreditando realmente que isso a mudaria.
Todos tem arrependimentos, sempre querem que seja diferente, mas esquecem que talvez a vida não teria graça se la no passado as coisas tivesse dado tudo certo, se tudo fosse como queremos ou sonhamos, talvez a vida perdesse a graça se não tivesse nenhum terrível errinho adorável pra contar, ou nos fazer chorar. Talvez seja pelos erros que não cometeram que as pessoas se suicidam.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Esse é o problema dessa geração
A Internet, a interactividade, a globalização, a insatizfação com isso tudo.
Todos interagem mas ninguém se CONHECE, sabe. Aquela coisa linda de sentar na frente de casa com os amigos, tomar um terere, fumar um narguile(pode ser também tomar um chamarão, um suco, ou, leite com biscoitos:)desapareceu.
As pessoas não sabem mais quem são, também não querem saber.
Tudo que importa e o que se pode montras e se gabar para que os outros possam invejar, criticar, ou, apoiar. As pessoas estão ate se vestindo para serem julgadas lol (<< pare um fantasma^^).
Eu por exemplo: apesar de não ter nenhum seguidor, me preocupo em toda semana postar um ideia absurda, para ajudar a lotar alguma fazenda perdida da google por ai. Não que isso tenha importância para outra pessoa alem da minha, mas eu não consigo passar muitas semanas sem Internet. Esse e o mal. Quase ninguém consegue(tirando dessa lista aqueles que não a conhecem [Internet]).
Enfim meu poste sem sentido é esse, ate a próxima meus leitores inexistentes :)
Talvez alguém leia isso
Muito provavelmente não.
Foda-se
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Mais que Droooooga!!! O simbolo se perdeu!!!
Não vivi essa época, mas fui criada para admira la.
O tempo em que fazer uma tatuagem era um símbolo de protesto, usar drogas era uma forma de se libertar e interagir com as pessoas e o mundo, filhos eram temidos já que as pessoas sabiam a responsabilidade que era cria los,o rock tinha um sentido: provocar, criticar, mudar! Os valores eram contestados e muitas vezes estavam errados. O rock gritava isso pra todo mundo. Você deve estar pensando: por que agora esta tão diferente? Por que tudo mudou?
A resposta é simples: Aquela geração consciente, decidida, e motivada cresceu. Teve filhos, e tentou da melhor forma possível passar os valores que prezavam. Tentou criar pessoas conscientes, ensina los o valor da luta, das responsabilidades, das conquistas.
Você deve estar pensando: Mas o que deu errado? Por que o mundo esta o que virou? Aquelas crianças não aprenderam?
Infelizmente não. Elas descobriram o que e contestar, e por isso estão lutando contra as regras que vocês conquistaram, descobriram que as drogas abrem a mente e dão uma censaçaou de bem estar por isso usam pra se divertir, descansar, trabalhar, ate ficar bonito!
Eles sabem disso? De certa forma sabem mas eles são jovem, para eles "a geração anterior esta sempre errada". Eles não pensam nos seus motivos apenas nos atos, eles querem ser melhores, querem ser diferentes. Estão acabando com o legado deixado por vocês.
Desculpa, por não poder explicar direito.Eu também não intendo.
Desculpa, pela minha geração, ela não sabe o que faz.
Desculpa por ter de dizer que a culpa e de vocês. Ela é, por ensina los a lutar, sem dar um alvo a eles, por dizer que politica e podre, por dizer que era um lixo perigoso. Fazê los ter medo dela, Por lhes dar armas mas não ensina los quando e porque usa-las.
Ainda os admiro, mas acredito que em muito a geração educada por vocês grita sem palavras.
Talvez você entenda;
Talvez não;
Talvez me critique;
Talvez me entenda.
Foda-se
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Nada pra postar. Como ninguem le isso ai vai um pedaço do meu livro
Ela gostava de garoto e eu de outro. O garoto que ela gostava me pediu em namoro. Não estava interessada, no entanto contar o pedido pra minha amiga iria magoá-la.
Aquele imbecil. Depois do meu “Não”, fez questão de espalhar para o colégio inteiro que eu tinha aceitado. Só não assumíamos, para que a Lari não soube-se. Era a palavra dela contra a minha, digamos que eu não era o que você pode chamar de “popular“ na época.
Quando fui perguntá-la porque não ela não foi à escola no dia, ela só me jogou tudo, depois de sair chorando de casa:
- Não quero falar com você sua duas caras. Sabia que eu gostava dele e mesmo assim aceitou o pedido – Ela estava fora de si, com pijama rosa de ursinho e a pantufa de cachorro que ela só usava dentro de casa, não chegava nem na janela vestida assim.
Aquilo me deixou meio sem chão. Ela estava muito nervosa para chegar a tal ponto. Parecia que avia passados anos, em vez de segundos quando consegui falar alguma coisa. A coisa errada:
- Desculpa! – Isso não seria a coisa errada se tivesse realmente feito alguma coisa, nessa ocasião seria uma confissão de culpa.
Ela entendeu assim. Vestiu a máscara de forte. A que usávamos sempre que queríamos chorar.
- Nunca mais apareça na minha casa, nem olhe pra mim de novo, esquece que um dia eu te chamei de amiga.
Iria me explicar, dizer a verdade. Conhecíamos-nos a anos, ela não podia deixar que um imbecil estraga-se uma amizade de mais de uma década. Antes que pudesse dizer alguma coisa. Que pudesse pensar em alguma coisa, ela foi correndo pra dentro. A máscara estava caindo. Ela não podia deixar isso acontecer na minha frente. Uma regra de decisões que inventamos juntas.
Minha mãe sempre dizia que algumas vezes as coisas fogem do controle, e devemos deixar pra lá por um tempo, ate que elas se acalmem o suficiente para faze-las dar certo. Então dei meia volta e fui em direção a minha casa pensando, em quanto tempo era o suficiente para que a minha explicação desse certo.
Estava distraída quando o vi, em uma arvore a minha frente, na parte escondida pela sombra. Estava escurecendo e quase não conseguia ver o seu rosto. Era familiar. Algumas vezes ele estava no colégio, outras na rua, aparentava observar.
- Você tem problemas em? Quer falar sobre isso?
Queria dizer que não mais não conseguia pensar direito, então penas balancei a cabeça em um movimento positivo.
Queria desabafar com alguém. Tinha acabado de brigar com minha melhor amiga. Um estranho seria perfeito pra isso.
Nunca fui “normal” mesmo.
Ele me chamou pra tomar alguma coisa em uma lanchonete ali perto, não era longe de lá ficava a três quadras. Para chegar saindo dali tinha que passar por um caminho escuro. Não gostava de passar por la. Na hora nem percebi.
Quando entramos no breu, foi tudo muito rápido. Ele pegou minha mão, me puxou e antes que pudesse gritar colocou algo horrível no meu nariz. Éter.
Òdio alemão
Meu temor não era a fazenda, e sim os campos de cebola.
Alias tio Carlos, não era meu tio. Todos os parentes do meu pai dessapereceram em campos que eu acreditava ser igual aos de cebola. Foi la que eles se conheceram.
Os campos em si também não me metiam medo. Amo purê de cebola. O que me arrepiava eram os monstros que viviam neles. Seres terríveis. Pele clara como a nossa, pelos amarelos e apesar da mina mãe sempre repetir que eram em muito parecidos conosco. Sempre os imaginava com 6 olhos azuis.
Não eram só meus pais que não gostavam dos "alemães"todos os meus tios, primos e amigos também dedicavam a eles sentimentos horríveis. Apesar do meu primos amigos nunca ter visto um deles com aquela idade.
Uma vez perguntei ao primo que era 5 anos mais velho, porque ele os odiava tanto. Me respondeu:
- Ora. Você nunca ouviu falar dos campos?
- Sim mas...
- Mas o que? Isso não e o suficiente?
- Você não os viu, talvez ele tenham mudado.
Foi quando ele se abaixou para ficar a minha altura. Não ajoelhou. apenas curvou seus centímetros a mais e falou olhando nos meus olhos.
- Eles não mudam Absalom. Pessoa mudam, eles não. Chega desse assunto - Disse ele levantando a voz e acertando a postura -Pare de pensar nisso se você não entende.
Acredito que entendia mais que ele.
Daquela curta conversa em diante decidi que não iria odiar, ninguém sem conhecer antes. Nem mesmo os arianos.
Não sou judia então talvez tenha me equivocado um pouco;
talvez não;
talvez o ódio criado para os alemães tenha desaparecido em muitos pontos.
Como meu pai provou o contrario no jogo AlemanhaXArgentina, torcendo para os hermanos, escrevi esse texto.
Foda-se
Se quiser comentar faça isso direito. Uma amiga disse o seguinte depois de ler
"Purê de cebola e bom nê?" Ô.Ô
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Um dia os pais perdem a magia.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Minha teoria sobre a origem da expressão "Puta"
Ou
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Velho mistério
domingo, 25 de julho de 2010
Treze
sábado, 24 de julho de 2010
Monstros humanos.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Espero que Ela não saiba
Nos conhecemos no colégio sabe? Ela era amiga de um amigo meu - era eles terminaram um namoro e assumi o papel de melhor amigo. Nós não éramos tão ligado assim quando tudo mudou - as coisa aconteceram depois da partida- , ela estava mal e eu era o novo ombro amigo de todas as horas. Íamos ao cinema e ficávamos horas conversando e rindo das coisas idiotas dos outros, enquanto produzíamos nossas próprias idiotices.
Um dia ela disse que ia embora. Os pais iam se mudar. Ela tinha que ir junto. Dei a maior força, afinal e isso que os amigos fazem não e ?
Ela me deu uma coisa. Um uma boneca de pano sabe, essas que se fazem em casa, junto com os avós, tinha um olho de botão era grande e preto o outro era médio e brando, estava toda esculhambada.
Àquela pessoa dei um carrinho que fiz quando tinha 6 anos -a 13 anos atrás, no tempo em que computador não era brinquedo. Ele era de madeira e rodinhas de tampa de garrafa, estava tão sujo que já estava fiando com a madeira preta, e as tampinha enferrujadas. A guria ainda ficou emocionada com ele disse que ia guardar pra sempre.
E guardou. Esses tempos nos falamos no msn e ela me mostrou pela cam o lugar onde guarda meu "Ferrari", me animei a mostrar o boneca que se chamava Lillu. Falei que ia fazer uma surpresa e sai pra procurar pelo quarto todo. Não achei.
Procurei a casa toda. Tem que tentar entender: por mais que amasse minha amiga não podia deixar aquela coisa feia a solta pelo meu quarto, pega mal, então pensei que minha mãe poderia ter jogado fora ou coisa e tal, afinal, aquilo era pior que boneca de vudú. Antes que eu encontra-se D.Selma/minha mãe vi Lillu esquartejada entre os dentes do Tofi/meu cachorro.
Vo ter que mentir, ou perder a amiga "/ fod's.
Talvez você me mande para lugares bem feios depois de ler isso;
Talvez ria;
Talvez boceje;
Sinceramente to nem ai.
sábado, 17 de julho de 2010
Desculpa o incomodo

Oi, meu nome e Alicia, eu sou mãe da Safira (você a conhece como Safi).
Você deve estar se perguntando por que da carta. Bom e que eu não sabia mais o que fazer e já que vocês se conhecem tão bem, a final ela não sai daquele tal de meseger, sei que talvez você não se importe, mas eu sei que a Safi iria querer que avisa-se.
Desculpa as manchas no papel e que eu não consegui segurar o choro enquanto escrevia.
Saiba que estou fazendo isso porque vi nas suas mensagens e sei que vocês são muito amigas, alias você deve ter pensado que ela te tirou do negocio lá, por tanto tempo que ela não mexe, mas e que ela não pode, esta hospitalizada algum tempo( desculpa de novo).
Ela sofreu um acidente de carro quando voltava da casa do pai, os médicos dizem que ela perdeu muito sangue,ou ela pode morrer em muito pouco tempo, sei que isso só vai te deixar procurada, mas a minha Safi avisaria e falaria a verdade.
Eu tenho pedido a todos os amigos dela para que ajudem, mas a maioria sempre têm um compromisso, ou algo que impede. Talvez você de alguma forma consiga fazer algo pela minha pequena. Ai da onde você morra pode parecer impossível, mas vocês sempre dão um jeito.
Espero o seu milagre.
Desculpe o incômodo.

