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domingo, 25 de julho de 2010

Treze

Não sei bem como fazer isso, mas que saibam o que vi.

Ontem a noite, estava de carro no meu caminho de rotina de volta pra casa, quando meu pneu furou, tive que para em uma rua onde não conhecia ninguém. Quando sai do carro, vi uma mulher alta brigando com uma menina, acho que era a filha dela.

Ok. Que tal chamarmos essa menina de... Alicie -você não vai responder, posso viver com isso -? Alicie parecia ter uns 13 anos, gritava para as respostas da mãe que eram perguntas para as da pequena. Não cheguei a tempo para ver como aquela discussão começou, ela também não durou o suficiente para descobrir.

Enquanto aquelas duas tinham uma "conversa" pensei no seguinte: Treze anos é o período"mágico" em que os seus pais deixam de ser perfeitos, e todos os "hoje não filha(o)" começam a fazer sentido. É mais ou menos nessa idade que os filhos percebem os erros dos pais, e começam a contesta-los. È nessa época em que mães deixam de ser as mulheres perfeitas, se tornando pessoas cruéis, fúteis, desleixadas, ignorantes, sem noção...Os pais se tornam tradicionalmente "alienígena" vindos de Marte. Por ai começam a "pipocar" discussões por espaço, liberdade e confiança. As ate então crianças, se tornam "monstros" incontroláveis. È por isso que a frase"e vocês também não são perfeitos" surgiu, para servir de resposta a "Você não é a(o) filha(o) que eu sonhei". Todos os pais (ou quase todos) tiveram uma discussão mais ou menos assim. Quem será que tinha mais razão, já que, ambos estavam certos?. Tudo depende das informações que as "criaturas" tiveram acesso. Os pais tem grande responsabilidade, nisso.

Quando meu raciocínio terminava notei que a discussão de Alicie avia acabado. Naquele momento ela e a mãe estavam olhando a mulher que as observava, não levou muito tempo para que todos tomassem noção de tudo, e eu fosse buscar o meu estepe, que não sei como, troquei sozinha.

Percebi que ela eram iguais, meio " Tal mãe, tal filha".

Sai de la com apenas uma certeza sobre tudo aquilo: Graças a Deus, sou uma mulher de 28 anos sem filhos.

Talvez alguém perceba o lado ruim, e decida não procriar;
Talvez voce me ache madura para essa idade;
Talvez ache que estou errada;
Talvez nada aconteça;
O "talvez" é a unica certeza que tenho.

sábado, 3 de julho de 2010

A Ciberprisão



Essa coisa nos prende longe da humanidade por cabos que teoricamente deveria estar nos unir ao resto do mundo." Isso não e real" me repito, não adianta essa gaiola invisível também tem o poder de calar e enlouquecer, mas parecendo loucura, todos estão ouvindo, não se importam e além do mais também estão presos e esses não querem se libertar, porque é
difícil estar la fora, nos sentimos deslocados. Os nossos assuntos não fazem sentido para eles, então voltamos, na gaiola digital conhecemos o mundo, somos forte e temos voz, nesse mundo que mergulhamos por um portal que se materializada na nossa frente através de um monitor fazemos parte de um coletivo, unido para evolução.

"Assim destruo o mundo real", penso as vezes, pela necessidade de construir mais maquinas como essas onde e tudo e possível apertando alguns botões. Outras pessoas-algumas delas presas também outras nunca conheceram a ciberprisão- destroem tudo em busca de novas maneiras de nos manipular.

O Apocalipse esta próximo. A culpa não e de Deus. Ele não vem nos matar, nos destruir nunca fez parte dos seus planos, mas estamos nos prendendo e nos destruindo por uma ideia de poder que não existe, por isso eles tem que nos salvar de nos mesmo nos levando com ele.

O fim desse mundo ainda pode ser adiado, mas nos tempos que começar agora, sair desse mundo de mentira que esta se transformando em um coisa mais real que nos mesmos. Eu estou tentando mas as algemas que me prendem ainda são fortes de mais, vou pelo menos tentar salvar alguns breando para que me ouçam gritando sem palavras já que a voz humana não se ouve pois as paredes desse mundo são grossas de mais.

se salvem. Me salvem.

Talvez este seja apenas mais um desabafo de alguém que não consegue se livrar da Internet;
Talvez eu esteja certa,^^-serio a ideia de que uma coisa que eu pensei ser verdade me assusta;
Talvez eu realmente preciso de terapia.
Pena que a única certeza que eu tenho e a duvida.

domingo, 27 de junho de 2010

Apresentando o perfil

Bom esse e meu primeiro blog.

Depois de algumas frases de efeito, criatividade elogiada e a perda da inspiração da minha escritora adolescente preferida (a Jô), resolvi começar um blog. Muitos dos que me levaram a criá-lo, não tomaram conhecimento do seu endereço. È constrangedor. Vou ser sincera aqui e para muitas dessas pessoas eu não sou o que você poderia chamar de sinceridade em pessoa. Logo euzinha que vos escreve, deixarei algumas coisas, de vez em quando, para me divertir, conversar, desabafar... Enfim, escrever textos que revoltaram a todos os meus atuais leitores inexistentes, para passar meu tempo.

Não me pergunte sobre o que eu vou escrever. Eu não faço idéia. Posso dizer que vou escrever sobre absolutamente tudo, ao mesmo tempo em que escrevo sobre absolutamente nada. Vou digitar sobre minhas opiniões, meus gostos, as historias que atormentam a minha cabeça, coisas que me incomodem no meu dia a dia... Sei que para todos, isso vai parecer meio egoísta já que tudo vai estar ligado diretamente a mim. Bom, eu não acho – que se já egoísmo digo- porque esse e meu espaço, vocês podem opinar, todos os tipos de reações serão aceitas, sejam elas boas ou ruins, mas quanto ao conteúdo digo que o que penso será o foco. Eu sei isso será extremamente egocêntrico, mas qual a graça de escrever um blog para outras pessoas, para digitar para outros fins, vou deixar isso para o meu futuro trabalho, mas aqui será diversão e desabafo.

Talvez você não goste do meu querido blogzinho a qual eu me dedico tanto.

Talvez você assim como todos que me conhecem pessoalmente me ache louca.

Talvez acredite que preciso de terapia.

Mas se a sua pessoa não gostar daqui lembre-se sempre do Altr+F4, do X vermelho no canto direito da tela, ou ainda do “Próximo blog>>” que de livraram dessa teia escrita.

Talvez você se identifique de alguma forma com o que eu escrevo-^^.Mas talvez você também ache que tenho talento. Ai estará muito bem vinda (o) para entra e tentar me entender - será uma missão impossível, mas tentar não custa nada. Para todas as possibilidades da sua presença, seja bem vinda (o), se sente e relaxe, sinta-se a vontade porque esse blog e meu, mas... Ha eu não acabei de dizer.