quinta-feira, 26 de agosto de 2010

A nossa programação

Sabe por que adoramos lutar, mesmo por razões banais? Sabe por que gostamos de fazer parte de uma - mesmo que pequena - revolução? O por que gostamos de vermelho? O motivos de odiarmos Hitler? O que se esconde por tras da sua necessidade de tecnologia cada vez maior?

Simples: fomos programados para isso.

Talvez voce pense: Não fui programado pra nada, não sou uma maquina. Correto ao mesmo tampo que errado. Voce não é uma maquina, tem o poder de mudar tudo a qualquer momento, no entanto - mesmo podendo negar - esta reagindo a tudo a qual foi exposto quando criança. Ate mesmo suas decisões revoltosas são previsíveis. Por que foi programada a elas.

Quando crianças aprendemos que devemos lutar, gritar, e dizermos o que pensamos. Não abaixar a cabeça. Ouvimos que devíamos priorizar a vontade própria, não aceitar as vontade dos pais nem de ninguém, que o holocausto foi horrível, tiranos deveriam ser vencidos a qualquer custo, todos tinham voz, so com luta se conseguem respeito...Entre varias outras regras a qual crescemos expostos.

Ouvíamos calados, apenas sonhando com o que podíamos fazer com tudo que tínhamos pela frente. No entanto uma frase que tanto marcou foi "não viva de expectativas do futuro e sim do presente", isso nos fez ver o que "realmente" importava. Nos divertir de forma mais saliente, afinal também aprendemos que "a carne é fraca".

Agora estamos ai, não revolucionamos a política, é complicada de mais para nossas pobres mente jovens, os herois do passado tinham poderes e características unicas, não defendemos...




A todos aqueles que não estão lendo isso:
Não consigo terminar. Também acho que mesmo que talvez estando profundamente errada, minha opinião deve se tornar mais um grito mudo.
Vou publica-lo.
Talvez um dia encontre as palavras que levam ao fim.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Adoraveis erros

Todo mundo tem uma historia engraçada, fantástica, boba ou constrangedora. Elas são o que geralmente se conta para os netos ou em uma roda de amigos malucos. Nos lembram bons momentos, antigos amores, amizades. Toda pessoa tem pelo menos uma penca de historias assim.

A primeira vez que andou de bicicleta e não sabia direito, acabou caindo de cara no chão, entrar no banheiro errado, confundir alguém, postas que custaram caro... As possibilidades para erros são infinitas, mas sua maior característica é a imprevisibilidade. Ninguém planeia um erro. Quando se sabe que algo vai sair do controle e não se faz nada isso se chama homição. Diferente do erro a homição raramente traz boas lembranças geralmente elas são cercadas de remorço, tudo por ter errado ao não evitar o que podia ser "salvo".

Algumas pessoas dariam tudo para esquecer erros ou resultados deles, não sabem que tudo isso: a porta errada em que se bate, a palavra inadequada, a perna ou coração quebrado... Essas coisas, fazem parte da vida. Querer esquecer esses pequenos momentos constrangedores não passa de imaturidade. Sabe, como aquela criança que insiste em dizer que o gato morreu por acidente, negando a verdade acreditando realmente que isso a mudaria.

Todos tem arrependimentos, sempre querem que seja diferente, mas esquecem que talvez a vida não teria graça se la no passado as coisas tivesse dado tudo certo, se tudo fosse como queremos ou sonhamos, talvez a vida perdesse a graça se não tivesse nenhum terrível errinho adorável pra contar, ou nos fazer chorar. Talvez seja pelos erros que não cometeram que as pessoas se suicidam.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Esse é o problema dessa geração

Exactamente esse aqui:

A Internet, a interactividade, a globalização, a insatizfação com isso tudo.

Todos interagem mas ninguém se CONHECE, sabe. Aquela coisa linda de sentar na frente de casa com os amigos, tomar um terere, fumar um narguile(pode ser também tomar um chamarão, um suco, ou, leite com biscoitos:)desapareceu.

As pessoas não sabem mais quem são, também não querem saber.

Tudo que importa e o que se pode montras e se gabar para que os outros possam invejar, criticar, ou, apoiar. As pessoas estão ate se vestindo para serem julgadas lol (<< pare um fantasma^^).

Eu por exemplo: apesar de não ter nenhum seguidor, me preocupo em toda semana postar um ideia absurda, para ajudar a lotar alguma fazenda perdida da google por ai. Não que isso tenha importância para outra pessoa alem da minha, mas eu não consigo passar muitas semanas sem Internet. Esse e o mal. Quase ninguém consegue(tirando dessa lista aqueles que não a conhecem [Internet]).

Enfim meu poste sem sentido é esse, ate a próxima meus leitores inexistentes :)

Talvez alguém leia isso
Muito provavelmente não.
Foda-se

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Mais que Droooooga!!! O simbolo se perdeu!!!

Sabe, antes as coisas eram muito mais interessantes. Todas as atitudes tinham um valor, todas as decisões eram pensadas e quase sempre certeiras.
Não vivi essa época, mas fui criada para admira la.

O tempo em que fazer uma tatuagem era um símbolo de protesto, usar drogas era uma forma de se libertar e interagir com as pessoas e o mundo, filhos eram temidos já que as pessoas sabiam a responsabilidade que era cria los,o rock tinha um sentido: provocar, criticar, mudar! Os valores eram contestados e muitas vezes estavam errados. O rock gritava isso pra todo mundo. Você deve estar pensando: por que agora esta tão diferente? Por que tudo mudou?

A resposta é simples: Aquela geração consciente, decidida, e motivada cresceu. Teve filhos, e tentou da melhor forma possível passar os valores que prezavam. Tentou criar pessoas conscientes, ensina los o valor da luta, das responsabilidades, das conquistas.

Você deve estar pensando: Mas o que deu errado? Por que o mundo esta o que virou? Aquelas crianças não aprenderam?

Infelizmente não. Elas descobriram o que e contestar, e por isso estão lutando contra as regras que vocês conquistaram, descobriram que as drogas abrem a mente e dão uma censaçaou de bem estar por isso usam pra se divertir, descansar, trabalhar, ate ficar bonito!

Eles sabem disso? De certa forma sabem mas eles são jovem, para eles "a geração anterior esta sempre errada". Eles não pensam nos seus motivos apenas nos atos, eles querem ser melhores, querem ser diferentes. Estão acabando com o legado deixado por vocês.

Desculpa, por não poder explicar direito.Eu também não intendo.
Desculpa, pela minha geração, ela não sabe o que faz.
Desculpa por ter de dizer que a culpa e de vocês. Ela é, por ensina los a lutar, sem dar um alvo a eles, por dizer que politica e podre, por dizer que era um lixo perigoso. Fazê los ter medo dela, Por lhes dar armas mas não ensina los quando e porque usa-las.

Ainda os admiro, mas acredito que em muito a geração educada por vocês grita sem palavras.

Talvez você entenda;
Talvez não;
Talvez me critique;
Talvez me entenda.
Foda-se

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Nada pra postar. Como ninguem le isso ai vai um pedaço do meu livro

Ela gostava de garoto e eu de outro. O garoto que ela gostava me pediu em namoro. Não estava interessada, no entanto contar o pedido pra minha amiga iria magoá-la.

Aquele imbecil. Depois do meu “Não”, fez questão de espalhar para o colégio inteiro que eu tinha aceitado. Só não assumíamos, para que a Lari não soube-se. Era a palavra dela contra a minha, digamos que eu não era o que você pode chamar de “popular“ na época.

Quando fui perguntá-la porque não ela não foi à escola no dia, ela só me jogou tudo, depois de sair chorando de casa:

- Não quero falar com você sua duas caras. Sabia que eu gostava dele e mesmo assim aceitou o pedido – Ela estava fora de si, com pijama rosa de ursinho e a pantufa de cachorro que ela só usava dentro de casa, não chegava nem na janela vestida assim.

Aquilo me deixou meio sem chão. Ela estava muito nervosa para chegar a tal ponto. Parecia que avia passados anos, em vez de segundos quando consegui falar alguma coisa. A coisa errada:

- Desculpa! – Isso não seria a coisa errada se tivesse realmente feito alguma coisa, nessa ocasião seria uma confissão de culpa.

Ela entendeu assim. Vestiu a máscara de forte. A que usávamos sempre que queríamos chorar.

- Nunca mais apareça na minha casa, nem olhe pra mim de novo, esquece que um dia eu te chamei de amiga.

Iria me explicar, dizer a verdade. Conhecíamos-nos a anos, ela não podia deixar que um imbecil estraga-se uma amizade de mais de uma década. Antes que pudesse dizer alguma coisa. Que pudesse pensar em alguma coisa, ela foi correndo pra dentro. A máscara estava caindo. Ela não podia deixar isso acontecer na minha frente. Uma regra de decisões que inventamos juntas.

Minha mãe sempre dizia que algumas vezes as coisas fogem do controle, e devemos deixar pra lá por um tempo, ate que elas se acalmem o suficiente para faze-las dar certo. Então dei meia volta e fui em direção a minha casa pensando, em quanto tempo era o suficiente para que a minha explicação desse certo.

Estava distraída quando o vi, em uma arvore a minha frente, na parte escondida pela sombra. Estava escurecendo e quase não conseguia ver o seu rosto. Era familiar. Algumas vezes ele estava no colégio, outras na rua, aparentava observar.

- Você tem problemas em? Quer falar sobre isso?

Queria dizer que não mais não conseguia pensar direito, então penas balancei a cabeça em um movimento positivo.

Queria desabafar com alguém. Tinha acabado de brigar com minha melhor amiga. Um estranho seria perfeito pra isso.

Nunca fui “normal” mesmo.

Ele me chamou pra tomar alguma coisa em uma lanchonete ali perto, não era longe de lá ficava a três quadras. Para chegar saindo dali tinha que passar por um caminho escuro. Não gostava de passar por la. Na hora nem percebi.

Quando entramos no breu, foi tudo muito rápido. Ele pegou minha mão, me puxou e antes que pudesse gritar colocou algo horrível no meu nariz. Éter.

Òdio alemão

Quando era criança não entendia o ódio dos alemães. Claro que ouvia as historias dos campos. Me lembro muito bem. Tinha medo deles. Não ia a fazenda do tio Carlos por isso.
Meu temor não era a fazenda, e sim os campos de cebola.
Alias tio Carlos, não era meu tio. Todos os parentes do meu pai dessapereceram em campos que eu acreditava ser igual aos de cebola. Foi la que eles se conheceram.
Os campos em si também não me metiam medo. Amo purê de cebola. O que me arrepiava eram os monstros que viviam neles. Seres terríveis. Pele clara como a nossa, pelos amarelos e apesar da mina mãe sempre repetir que eram em muito parecidos conosco. Sempre os imaginava com 6 olhos azuis.
Não eram só meus pais que não gostavam dos "alemães"todos os meus tios, primos e amigos também dedicavam a eles sentimentos horríveis. Apesar do meu primos amigos nunca ter visto um deles com aquela idade.
Uma vez perguntei ao primo que era 5 anos mais velho, porque ele os odiava tanto. Me respondeu:
- Ora. Você nunca ouviu falar dos campos?
- Sim mas...
- Mas o que? Isso não e o suficiente?
- Você não os viu, talvez ele tenham mudado.
Foi quando ele se abaixou para ficar a minha altura. Não ajoelhou. apenas curvou seus centímetros a mais e falou olhando nos meus olhos.
- Eles não mudam Absalom. Pessoa mudam, eles não. Chega desse assunto - Disse ele levantando a voz e acertando a postura -Pare de pensar nisso se você não entende.
Acredito que entendia mais que ele.
Daquela curta conversa em diante decidi que não iria odiar, ninguém sem conhecer antes. Nem mesmo os arianos.

Não sou judia então talvez tenha me equivocado um pouco;
talvez não;
talvez o ódio criado para os alemães tenha desaparecido em muitos pontos.
Como meu pai provou o contrario no jogo AlemanhaXArgentina, torcendo para os hermanos, escrevi esse texto.
Foda-se

Se quiser comentar faça isso direito. Uma amiga disse o seguinte depois de ler
"Purê de cebola e bom ?" Ô.Ô

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Um dia os pais perdem a magia.


Sabe aquela alegria de descobrir que você vai ter a responsabilidade da sobre a mente de um ser nas suas mãos, esse direito que muitos adoram, outros odeiam, e que todo mundo chama de maternidade e paternidade. Pra muitos isso e maravilhoso, pra outros nem tanto.

Muitas pessoas sonham com ter um filho sabe, ensinar a jogar bola, ou lhe dar todas as dicas sobre maquíagem. O único problema e quando se descobre que aquela coisinha que um dia coube no seus braços tem vontade própria, e não sonha como você. Isso pode parecer um pesadelo.

Sei que os pais - em sua maioria - amam os seus filhos, querem que eles sejam felizes acima de tudo. Desejam que ele esteja sempre ao seu lado, ajudando e sendo aquele companheiro que nunca teve, mais, não e assim. Ele quer ir embora, sonha com um mundo que não existe junto dos pais. Pode parecer assustador quando um filho decide ir "sumir" e ver o mais que o mundo tem a oferecer. Isso parece meio errado ate, afinal como ele vai ser feliz longe de você se você não consegue mais isso sem ele.

Tenho que dizer que isso tudo e bem mais simples pra eles do que vocês pais podem pensar, tudo por um motivo: eles são parte de vocês, no entanto vocês não fazem parte deles. Não estou dizendo que eles não os ame. Pelo amor de Deus, os pais são os únicos em quem uma pessoa pode confiar verdadeiramente em qualquer ocasião -né? (-.-) -, só que ser seus filhos não foi uma decisão deles, e em muitas vezes nem de vocês.

E um dia os filhos descobrem que colo de pai não e tudo que o mundo tem a oferecer, e que é quando eles decidem partir. Ter novas experiências - como filhos por exemplo -, quebrar a cara um pouco sabe.

Filhos antes de tudo são pessoas que tem que viver e experimentar para aprender, isso não quer dizer que vocês devam "solta-los" no mundo para descobri sozinhos a maldade do mundo, na dura, sabe, só que tem dias em que os avisos não cobrem o valor da experiência. Por isso chega um idade em que os pais deixam de ser o diretor, virando espectadores da própria criação, tudo que podem fazer é torcer pra dar tudo certo, talvez dar um apoio moral se algo der errado.

Isso tudo significa em poucas palavra que: filhos crescem e para eles vocês perdem a magia, mais não a importância.

Bom os "talvezes" ficam por conta dos leitores inexistentes que são vocês.